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	<title>Comentários sobre: Bom design: 10 princípios</title>
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		<item>
		<title>Por: Bom design: 10 princípios &#171; DESIGN FAAL</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-64</link>
		<dc:creator>Bom design: 10 princípios &#171; DESIGN FAAL</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 01:21:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] retirado de designsimples [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] retirado de designsimples [...]</p>
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		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-63</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:14:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/118/#comment-63</guid>
		<description>Ernesto, estava vendo um site sobre design de produto e vi um trabalho da Zaha Hadid que me lembrou do seu comentário a respeito da descontinuidade atual do styling, exceto em revivals pontuais e no design automobilístico. Segue o link para o trabalho da Zaha Hadid: 

http://3rings.designerpages.com/2009/10/21/zaha-hadids-triflow-tap/

Fico em dúvida (na verdade, estou certo disso) se nessa peça não há algo do styling.

Penso que o Styling é, sim, o nome de um momento especial da história do design, embora eu tenta a achar que o &quot;streamline&quot; caracterize melhor esse período do que o nome Styling. No entanto, vejo que o Styling enquanto &quot;valor visual agregado ao produto para puros fim de sedução&quot; continua existindo hoje, talvez tão forte quanto antes...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ernesto, estava vendo um site sobre design de produto e vi um trabalho da Zaha Hadid que me lembrou do seu comentário a respeito da descontinuidade atual do styling, exceto em revivals pontuais e no design automobilístico. Segue o link para o trabalho da Zaha Hadid: </p>
<p><a href="http://3rings.designerpages.com/2009/10/21/zaha-hadids-triflow-tap/" rel="nofollow">http://3rings.designerpages.com/2009/10/21/zaha-hadids-triflow-tap/</a></p>
<p>Fico em dúvida (na verdade, estou certo disso) se nessa peça não há algo do styling.</p>
<p>Penso que o Styling é, sim, o nome de um momento especial da história do design, embora eu tenta a achar que o &#8220;streamline&#8221; caracterize melhor esse período do que o nome Styling. No entanto, vejo que o Styling enquanto &#8220;valor visual agregado ao produto para puros fim de sedução&#8221; continua existindo hoje, talvez tão forte quanto antes&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: joaobem</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-61</link>
		<dc:creator>joaobem</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:46:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/118/#comment-61</guid>
		<description>Por muito que alguns me tentem passar outras ideias, para mim bom design tem que ter em atenção 3 pontos:
O primeiro é a funcionalidade. Se não funcionar bem nem pode ser chamado de design. 
O segundo é o preço. Se não puder ser vendido será uma peça de colecção.

O terceiro é a qualidade estética. Se é funcional, tem preço acessível e é bonito é sem dúvida um excelente produto de design.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito que alguns me tentem passar outras ideias, para mim bom design tem que ter em atenção 3 pontos:<br />
O primeiro é a funcionalidade. Se não funcionar bem nem pode ser chamado de design.<br />
O segundo é o preço. Se não puder ser vendido será uma peça de colecção.</p>
<p>O terceiro é a qualidade estética. Se é funcional, tem preço acessível e é bonito é sem dúvida um excelente produto de design.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-57</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:00:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/118/#comment-57</guid>
		<description>Então, Gatti, se tornar um ícone do design não é sinônimo de qualidade nem mesmo de todos parâmetros do design terem sido alcançados. Ser um ícone do design é, imagino, ser um perfeito representante de um período, como a maioria dos trabalhos do design pós-moderno do Memphis, por exemplo. Ou mesmo do minimalismo. Ambos têm qualidade plástica, mas não qualidade funcional ou coisa semelhante. Mas são ícones.

Não vejo esse toca discos de maneira diferente: foi um ícone para um período. O funcionalismo pós-guerra, que transparece o idealismo e otimismo desse momento de fragilidade. Não digo que é um mal projeto, mas o considero deficiente, apenas isso. Mas aceito seu ponto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então, Gatti, se tornar um ícone do design não é sinônimo de qualidade nem mesmo de todos parâmetros do design terem sido alcançados. Ser um ícone do design é, imagino, ser um perfeito representante de um período, como a maioria dos trabalhos do design pós-moderno do Memphis, por exemplo. Ou mesmo do minimalismo. Ambos têm qualidade plástica, mas não qualidade funcional ou coisa semelhante. Mas são ícones.</p>
<p>Não vejo esse toca discos de maneira diferente: foi um ícone para um período. O funcionalismo pós-guerra, que transparece o idealismo e otimismo desse momento de fragilidade. Não digo que é um mal projeto, mas o considero deficiente, apenas isso. Mas aceito seu ponto.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Gatti</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-55</link>
		<dc:creator>Rafael Gatti</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 01:23:15 +0000</pubDate>
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		<description>Mas Edu, se fosse assim ele são seria considerado um ícone, eu acho que a sensibilidade das pessoas um fator a considerar. Para mim essa significação é extremamente efetiva. Talvez seja como na música.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas Edu, se fosse assim ele são seria considerado um ícone, eu acho que a sensibilidade das pessoas um fator a considerar. Para mim essa significação é extremamente efetiva. Talvez seja como na música.</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-53</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:31:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/118/#comment-53</guid>
		<description>Então Rafael, eu ainda defendo que essa percepção simbólica permanece muito subaproveitada no funcionalismo tradicional. Mesmo nesse toca-lp (não sei se é esse o nome do objeto) a assepsia é tão grande que não desenvolve uma significação simbólica efetiva. Não questiono sua beleza, mas, a meu ver, não fornece insumo cognitivo que seja realmente simbólico. 

Creio que o design escandinavo consegue trabalhar esse viés de maneira muito mais efetiva que o funcionalismo alemão. E mesmo produtos derivados dessa tendência, como a luminária Bossa, do Fernando Prado, acredito têrem esse caráter simbólico mais aflorados. 

O simbolismo do funcionalismo decorre da tentativa de design universal que eles propunham, mas não é um requisito de projeto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então Rafael, eu ainda defendo que essa percepção simbólica permanece muito subaproveitada no funcionalismo tradicional. Mesmo nesse toca-lp (não sei se é esse o nome do objeto) a assepsia é tão grande que não desenvolve uma significação simbólica efetiva. Não questiono sua beleza, mas, a meu ver, não fornece insumo cognitivo que seja realmente simbólico. </p>
<p>Creio que o design escandinavo consegue trabalhar esse viés de maneira muito mais efetiva que o funcionalismo alemão. E mesmo produtos derivados dessa tendência, como a luminária Bossa, do Fernando Prado, acredito têrem esse caráter simbólico mais aflorados. </p>
<p>O simbolismo do funcionalismo decorre da tentativa de design universal que eles propunham, mas não é um requisito de projeto.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rafael Gatti</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-52</link>
		<dc:creator>Rafael Gatti</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 21:07:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/118/#comment-52</guid>
		<description>Boa tarde Ernesto, boa tarde Eduardo! Estou achando este debate muito interessante. Espero que estejam sentindo o mesmo.
Inicialmente preciso esclarecer que o termo “bom design” que estou considerando em nossa conversa se refere à definição de Dieter Rams, nestes 10 princípios apresentados acima. Não vamos confundir com o “bom design” da década de 40, definido por D. J. De Pree (fundador da Herman Miller) nem com os critérios de “bom design” da Philips. Se não tivermos isto claro, nosso debate se torna menos comparativo e mais crítico, como o Ernesto apontou em seu último post.
Ernesto, a comparação entre Braun e Philips não é nada descabida. John Heskett, no seu livro “Design” cita este exemplo. Você diz não encontrar diferenças entre os modelos de produtos Philips que listei no último post e os produtos Braun. Ainda comenta que o modelo de 1969 pode ser facilmente confundido com um produto criado por Dieter Rams. Ora, me desculpe, peço que analise a imagem novamente, de uma forma mais profunda e compare com este exemplo de um barbeador Braun de 1963:
http://www.xs4all.nl/~pedewei/imagbrau/fbrau5220-1.jpg
No modelo Philips existe um conjunto de vincos e ângulos na parte superior além de uma “depressão” na cintura do aparelho. Dieter Ram é muito claro quando diz que bons designs, em sua concepção “não são objetos de decoração nem obras de arte ”.
Quanto aos últimos comentários do Eduardo e do Ernesto, sobre a dimensão simbólica e a percepção sensorial, que na opinião de ambos é ignorada pelo “bom design” de Dieter Rams. Tentarei provar o contrário, e para isso utilizo como exemplo um projeto do próprio Dieter Rams: o SK4 de 1957, apelidado de “snow white’s coffin”
http://www.die-neue-sammlung.de/z/nuernberg/sammlung/achse1/b0001_7.jpg
Vejo neste produto a presença do “simbolismo subconsciente” da leveza e da delicadeza, apresentados na forma de atributos estéticos. Ainda acreditam que o “bom design” de Dieter Rams ignora e percepção sensorial de um produto?
ps.: Quanto o Ernesto afirma que o estilismo já desapareceu há muito tempo, e só sobrevive hoje no design automotivo, fico extremamente ansioso para lhe falar do acabamento da moda nos produtos eletrônicos, o “black piano”. 
http://www.gaulia.com.br/imagens/produto/lg37lg30r_g.jpg
Este é o nome de um tipo de acabamento para peças plásticas, altamente brilhante e na cor preta. Possui um aspecto visual muito bonito, sem dúvida alguma. Porém é extremamente sensível a gordura natural dos dedos, colecionando diversas “digitais” conforme tocamos neles. Outra desvantagem é a facilidade de ser riscado, perdendo sua aparência de produto novo em muito pouco tempo. Por mais que o aspecto visual “black piano” configure uma experiência sensorial positiva para o usuário, conceber um produto com este acabamento, conhecendo tais desvantagens não é design! É adotar uma postura publicitária, incorreta aplicando obsolescência planejada através da estética.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde Ernesto, boa tarde Eduardo! Estou achando este debate muito interessante. Espero que estejam sentindo o mesmo.<br />
Inicialmente preciso esclarecer que o termo “bom design” que estou considerando em nossa conversa se refere à definição de Dieter Rams, nestes 10 princípios apresentados acima. Não vamos confundir com o “bom design” da década de 40, definido por D. J. De Pree (fundador da Herman Miller) nem com os critérios de “bom design” da Philips. Se não tivermos isto claro, nosso debate se torna menos comparativo e mais crítico, como o Ernesto apontou em seu último post.<br />
Ernesto, a comparação entre Braun e Philips não é nada descabida. John Heskett, no seu livro “Design” cita este exemplo. Você diz não encontrar diferenças entre os modelos de produtos Philips que listei no último post e os produtos Braun. Ainda comenta que o modelo de 1969 pode ser facilmente confundido com um produto criado por Dieter Rams. Ora, me desculpe, peço que analise a imagem novamente, de uma forma mais profunda e compare com este exemplo de um barbeador Braun de 1963:<br />
<a href="http://www.xs4all.nl/~pedewei/imagbrau/fbrau5220-1.jpg" rel="nofollow">http://www.xs4all.nl/~pedewei/imagbrau/fbrau5220-1.jpg</a><br />
No modelo Philips existe um conjunto de vincos e ângulos na parte superior além de uma “depressão” na cintura do aparelho. Dieter Ram é muito claro quando diz que bons designs, em sua concepção “não são objetos de decoração nem obras de arte ”.<br />
Quanto aos últimos comentários do Eduardo e do Ernesto, sobre a dimensão simbólica e a percepção sensorial, que na opinião de ambos é ignorada pelo “bom design” de Dieter Rams. Tentarei provar o contrário, e para isso utilizo como exemplo um projeto do próprio Dieter Rams: o SK4 de 1957, apelidado de “snow white’s coffin”<br />
<a href="http://www.die-neue-sammlung.de/z/nuernberg/sammlung/achse1/b0001_7.jpg" rel="nofollow">http://www.die-neue-sammlung.de/z/nuernberg/sammlung/achse1/b0001_7.jpg</a><br />
Vejo neste produto a presença do “simbolismo subconsciente” da leveza e da delicadeza, apresentados na forma de atributos estéticos. Ainda acreditam que o “bom design” de Dieter Rams ignora e percepção sensorial de um produto?<br />
ps.: Quanto o Ernesto afirma que o estilismo já desapareceu há muito tempo, e só sobrevive hoje no design automotivo, fico extremamente ansioso para lhe falar do acabamento da moda nos produtos eletrônicos, o “black piano”.<br />
<a href="http://www.gaulia.com.br/imagens/produto/lg37lg30r_g.jpg" rel="nofollow">http://www.gaulia.com.br/imagens/produto/lg37lg30r_g.jpg</a><br />
Este é o nome de um tipo de acabamento para peças plásticas, altamente brilhante e na cor preta. Possui um aspecto visual muito bonito, sem dúvida alguma. Porém é extremamente sensível a gordura natural dos dedos, colecionando diversas “digitais” conforme tocamos neles. Outra desvantagem é a facilidade de ser riscado, perdendo sua aparência de produto novo em muito pouco tempo. Por mais que o aspecto visual “black piano” configure uma experiência sensorial positiva para o usuário, conceber um produto com este acabamento, conhecendo tais desvantagens não é design! É adotar uma postura publicitária, incorreta aplicando obsolescência planejada através da estética.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ernesto Harsi</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-51</link>
		<dc:creator>Ernesto Harsi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:34:50 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael. Qual o slogan atual da Philips? Já há alguns anos?
Sense and Simplicity.
Sense no sentido duplo de sensorial e bom senso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael. Qual o slogan atual da Philips? Já há alguns anos?<br />
Sense and Simplicity.<br />
Sense no sentido duplo de sensorial e bom senso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ernesto Harsi</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-50</link>
		<dc:creator>Ernesto Harsi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:26:02 +0000</pubDate>
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		<description>Perfeito, Eduardo.
É o que eu penso também.
Vou procurar alguns exemplos de quando a Philips começou a usar abertamente a semântica nos produtos. Posso levar alguns dias para levantar esse material. Não tenho tempo agora.
É preciso também levar em conta que simbolismos subconscientes como robusteza, delicadeza ou leveza, podem ser atributos estéticos em primeiro lugar, portanto percebidos sensorialmente e não simbolicamente (que pressupõe conhecimento prévio). Por isso são atributos menos característicos de uma cultura em particular e mais gerais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeito, Eduardo.<br />
É o que eu penso também.<br />
Vou procurar alguns exemplos de quando a Philips começou a usar abertamente a semântica nos produtos. Posso levar alguns dias para levantar esse material. Não tenho tempo agora.<br />
É preciso também levar em conta que simbolismos subconscientes como robusteza, delicadeza ou leveza, podem ser atributos estéticos em primeiro lugar, portanto percebidos sensorialmente e não simbolicamente (que pressupõe conhecimento prévio). Por isso são atributos menos característicos de uma cultura em particular e mais gerais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/blog/10_principios_bom_design/comment-page-1/#comment-49</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:32:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/118/#comment-49</guid>
		<description>Não conheço quase nada do design da Philips, então, não comentarei a respeito dele. 
Mas algo que o Ernesto comentou me parece relevante: que o design do auge do funcionalismo ignora o sentido simbólico do produto. Concordo com essa idéia, e por causa disso no meu post sobre &quot;Conceituando a Simplicidade&quot; tentei deixar claro no final dele que as idéias alí expostas não eram uma &quot;ode ao funcionalismo&quot;, entendendo o funcionalismo como o design de uma época. A simplicidade, acredito, não se distancia do uso de síbolos. Pode parecer paradoxal, pois normalmente o simbólico está bastante ligado à cultura, e a cultura não é universal. No entanto, o simbólico não se refere apenas a culturas específicas, mas pode ser também a qualidades como &quot;segurança&quot;, &quot;robusteza&quot; ou &quot;delicadeza&quot;, etc., coisas que formalmente podem facilmente se intercambiar entre diferentes culturas. 

O foco extremo do funcionalismo de Ulm na parte de funcionamento (odeio parecer redundante) e ignorar a semântica em prol de uma clareza como se fossem coisas opostas é algo que tendo a não gostar nas leis de Dieter Rams.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não conheço quase nada do design da Philips, então, não comentarei a respeito dele.<br />
Mas algo que o Ernesto comentou me parece relevante: que o design do auge do funcionalismo ignora o sentido simbólico do produto. Concordo com essa idéia, e por causa disso no meu post sobre &#8220;Conceituando a Simplicidade&#8221; tentei deixar claro no final dele que as idéias alí expostas não eram uma &#8220;ode ao funcionalismo&#8221;, entendendo o funcionalismo como o design de uma época. A simplicidade, acredito, não se distancia do uso de síbolos. Pode parecer paradoxal, pois normalmente o simbólico está bastante ligado à cultura, e a cultura não é universal. No entanto, o simbólico não se refere apenas a culturas específicas, mas pode ser também a qualidades como &#8220;segurança&#8221;, &#8220;robusteza&#8221; ou &#8220;delicadeza&#8221;, etc., coisas que formalmente podem facilmente se intercambiar entre diferentes culturas. </p>
<p>O foco extremo do funcionalismo de Ulm na parte de funcionamento (odeio parecer redundante) e ignorar a semântica em prol de uma clareza como se fossem coisas opostas é algo que tendo a não gostar nas leis de Dieter Rams.</p>
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