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	<title>Comments on: Conceituando a Simplicidade</title>
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		<title>By: Um olhar sobre o designer &#171; Filosofia do Design</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-559</link>
		<dc:creator>Um olhar sobre o designer &#171; Filosofia do Design</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 18:00:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] pode ser interessante. Nem sempre é, mas&#8230;  Enfim. No meu post inaugural, assim como fiz no Design Simples, pretendo lançar um olhar sobre o campo do Design, mas um olhar pouco mais atual, de coisas que [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] pode ser interessante. Nem sempre é, mas&#8230;  Enfim. No meu post inaugural, assim como fiz no Design Simples, pretendo lançar um olhar sobre o campo do Design, mas um olhar pouco mais atual, de coisas que [...]</p>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-41</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 20:50:59 +0000</pubDate>
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		<description>Isso que você chama de &quot;auto-evidente&quot; é simplesmente o que eu baseio meu post. Não só na evidência lógica, mas na auto-evidência, que é de onde sai qualquer conclusão lógica.
Aliás, mais do que auto-evidência, eu tentei no post que se baseasse na evidência apodídica, que, como coloca Husserl em sua fenomenologia, é aquela que não nos dá motivos ou possibilidade para discordância. Ele retorna a Descarte para tratar disso: é possível questionar a própria existência? Por em dúvida a existência do próprio ego e do próprio pensamento? Não. E é a partir daí que nasce o conceito de evidência apodídica, que ultrapassa, inclusive, qualquer possibilidade de ilusão.

Quanto ao ponto da diferença, me desculpe, Guilherme, mas eu realmente não estou entendendo onde estou errando. Será que é unicamente em negar a possibilidade de uma excessão, pelo simples fato de eu ter chamado no início de &quot;código universal&quot;? Se for isso, considere que me corrijo, pois é impossível que não exista uma excessão. Eu não tiro essa possibilidade, mas também não encontro nenhum exemplo de excessão para o que coloquei.

Que toda percepção se faz por presenças e ausências, e que esse código fisiológico é a base de nossa percepção, não consigo encontrar uma excessão para isso. Se conseguíssemos simplesmente conceber com perfeição e unicamente com presenças (sem ausência alguma) os objetos, teriamos um conhecimento praticamente perfeito dele. No entanto conhecer perfeitamente qualquer coisa é conhecer inclusive perfeitamente sua materialidade, e isso é impossível, pois seria como poder materializar fisicamente em nossa cabeça (ou onde quer que seja) o objeto de conhecimento. No entanto o conhecimento parcial da materialidade (a essência da matéria para nós) é sempre ausente, e se faz semi-presente, apenas indicialmente, pelos sentidos. Por isso a primeiridade Peirceana permanece na qualidade, pois o substantivo é impossível de ser assimilado, mas sua assimilação e elucidação parcial se faz pela qualidade das coisas, apreendidas sensivelmente.

A única excessão plausível para isso é Deus, mas não sei se gostaríamos de chegar nesse ponto...

O que eu coloquei no meio do post, e que talvez seja a fonte de discórdia, é que eu posso estar chamando de código algo que não é um código... Aí o erro é meu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso que você chama de &#8220;auto-evidente&#8221; é simplesmente o que eu baseio meu post. Não só na evidência lógica, mas na auto-evidência, que é de onde sai qualquer conclusão lógica.<br />
Aliás, mais do que auto-evidência, eu tentei no post que se baseasse na evidência apodídica, que, como coloca Husserl em sua fenomenologia, é aquela que não nos dá motivos ou possibilidade para discordância. Ele retorna a Descarte para tratar disso: é possível questionar a própria existência? Por em dúvida a existência do próprio ego e do próprio pensamento? Não. E é a partir daí que nasce o conceito de evidência apodídica, que ultrapassa, inclusive, qualquer possibilidade de ilusão.</p>
<p>Quanto ao ponto da diferença, me desculpe, Guilherme, mas eu realmente não estou entendendo onde estou errando. Será que é unicamente em negar a possibilidade de uma excessão, pelo simples fato de eu ter chamado no início de &#8220;código universal&#8221;? Se for isso, considere que me corrijo, pois é impossível que não exista uma excessão. Eu não tiro essa possibilidade, mas também não encontro nenhum exemplo de excessão para o que coloquei.</p>
<p>Que toda percepção se faz por presenças e ausências, e que esse código fisiológico é a base de nossa percepção, não consigo encontrar uma excessão para isso. Se conseguíssemos simplesmente conceber com perfeição e unicamente com presenças (sem ausência alguma) os objetos, teriamos um conhecimento praticamente perfeito dele. No entanto conhecer perfeitamente qualquer coisa é conhecer inclusive perfeitamente sua materialidade, e isso é impossível, pois seria como poder materializar fisicamente em nossa cabeça (ou onde quer que seja) o objeto de conhecimento. No entanto o conhecimento parcial da materialidade (a essência da matéria para nós) é sempre ausente, e se faz semi-presente, apenas indicialmente, pelos sentidos. Por isso a primeiridade Peirceana permanece na qualidade, pois o substantivo é impossível de ser assimilado, mas sua assimilação e elucidação parcial se faz pela qualidade das coisas, apreendidas sensivelmente.</p>
<p>A única excessão plausível para isso é Deus, mas não sei se gostaríamos de chegar nesse ponto&#8230;</p>
<p>O que eu coloquei no meio do post, e que talvez seja a fonte de discórdia, é que eu posso estar chamando de código algo que não é um código&#8230; Aí o erro é meu.</p>
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		<title>By: guilerme</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-40</link>
		<dc:creator>guilerme</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 15:40:51 +0000</pubDate>
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		<description>quando você postula &quot;toda percepção é percepção de algo&quot;, ora, é aquilo que a ciência chama de auto-evidente. não passa de uma crença. não se pode provar verdadeiro ou falso. a ciência frequentemente se esbarra nesses axiomas; onde se acredita e pronto.

ao dizer que os pontos em comum apoiam o estudo das diferenças; é isso que chamo de reconhecimento. quero dizer que o diferente está incluído, quer dizer, assim se passa a acreditar que nada pode existir fora daquilo que você está conceituando, daquela estrutura que você está construindo. cada coisa observada pode ser encaixada nessa estrutura e pode ser operada racionalmente.

se você acha que isso é possível e é realmente assim, tudo bem. só que não é fato, ciência ou como queira chamar; é crença.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quando você postula &#8220;toda percepção é percepção de algo&#8221;, ora, é aquilo que a ciência chama de auto-evidente. não passa de uma crença. não se pode provar verdadeiro ou falso. a ciência frequentemente se esbarra nesses axiomas; onde se acredita e pronto.</p>
<p>ao dizer que os pontos em comum apoiam o estudo das diferenças; é isso que chamo de reconhecimento. quero dizer que o diferente está incluído, quer dizer, assim se passa a acreditar que nada pode existir fora daquilo que você está conceituando, daquela estrutura que você está construindo. cada coisa observada pode ser encaixada nessa estrutura e pode ser operada racionalmente.</p>
<p>se você acha que isso é possível e é realmente assim, tudo bem. só que não é fato, ciência ou como queira chamar; é crença.</p>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-39</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 13:58:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=70#comment-39</guid>
		<description>Oi, Guilherme! Acho que entendo sua preocupação... Na possibilidade da perda da individualidade. Mas não sei até que ponto isso que coloquei aqui no post realmente extinguiria a diferença, pelo simples motivo de procurar coisas em comum nos homens, que talvez até sustentem essas diferenças.

Por exemplo: todo homem normal (aquele que é a &quot;norma&quot;, o comum, e não que possui alguma diferença pontual) possui duas pernas, dois braços,uma cabeça. No entanto, a partir dessas premissas básicas, apresentam-se as diferenças. Alguns tem os braços maiores que outros, mais musculosos, pernas mais peludas, mais torneadas, com pintas, etc... A diferença para ser reconhecida como tal precisa de uma base em comum.

Assim, poderia me perguntar: &quot;mas oras bolas, entre um copo e um rato não há base em comum para que eu diga que eles são diferentes! Eles são evidentemente diferentes&quot;! Se realmente me perguntasse isso, eu responderia: sim, eles são EVIDENTEMENTE diferentes, ou seja, na evidência eles se mostram diferentes. E a evidência é captada a partir dos pontos fenomenológicos que coloquei acima. E, além de tudo, há no meu entender uma estrutura básica que sustenta qualquer tipo de diferença: a materialidade do mundo. Sem ela, não há percepção, pois toda percepção é percepção de algo.

Quanto a ser pretensiosa e fascista, é um julgamento que você pode fazer. Eu apenas coloquei no post um apontamento de onde o que estava estudando estava se direcionando. Não sou relativista, muito pelo contrário, sou anti-relativista, e talvez seja esse o ponto que nos diferencie (talvez). No entanto, gostaria de entender melhor os motivos que não gosta do que está escrito, e de porque discorda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Guilherme! Acho que entendo sua preocupação&#8230; Na possibilidade da perda da individualidade. Mas não sei até que ponto isso que coloquei aqui no post realmente extinguiria a diferença, pelo simples motivo de procurar coisas em comum nos homens, que talvez até sustentem essas diferenças.</p>
<p>Por exemplo: todo homem normal (aquele que é a &#8220;norma&#8221;, o comum, e não que possui alguma diferença pontual) possui duas pernas, dois braços,uma cabeça. No entanto, a partir dessas premissas básicas, apresentam-se as diferenças. Alguns tem os braços maiores que outros, mais musculosos, pernas mais peludas, mais torneadas, com pintas, etc&#8230; A diferença para ser reconhecida como tal precisa de uma base em comum.</p>
<p>Assim, poderia me perguntar: &#8220;mas oras bolas, entre um copo e um rato não há base em comum para que eu diga que eles são diferentes! Eles são evidentemente diferentes&#8221;! Se realmente me perguntasse isso, eu responderia: sim, eles são EVIDENTEMENTE diferentes, ou seja, na evidência eles se mostram diferentes. E a evidência é captada a partir dos pontos fenomenológicos que coloquei acima. E, além de tudo, há no meu entender uma estrutura básica que sustenta qualquer tipo de diferença: a materialidade do mundo. Sem ela, não há percepção, pois toda percepção é percepção de algo.</p>
<p>Quanto a ser pretensiosa e fascista, é um julgamento que você pode fazer. Eu apenas coloquei no post um apontamento de onde o que estava estudando estava se direcionando. Não sou relativista, muito pelo contrário, sou anti-relativista, e talvez seja esse o ponto que nos diferencie (talvez). No entanto, gostaria de entender melhor os motivos que não gosta do que está escrito, e de porque discorda.</p>
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		<title>By: guilherme</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-38</link>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 12:53:23 +0000</pubDate>
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		<description>desculpe, mas tenho que dizer que a busca por um código universal não é herética, mas sim enormemente pretensiosa e fascista. essa busca significa reconhecer a diferença e modelá-la dentro do seu sistema de idéias, ou seja, recusar seu caráter de diferente. tal código universal nos abarcaria como objeto e nos trataria como essencialmente iguais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>desculpe, mas tenho que dizer que a busca por um código universal não é herética, mas sim enormemente pretensiosa e fascista. essa busca significa reconhecer a diferença e modelá-la dentro do seu sistema de idéias, ou seja, recusar seu caráter de diferente. tal código universal nos abarcaria como objeto e nos trataria como essencialmente iguais.</p>
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		<title>By: A função Poética e o Design @ Blog Simples</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-37</link>
		<dc:creator>A função Poética e o Design @ Blog Simples</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 16:18:15 +0000</pubDate>
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		<description>[...] no seu todo, para que o projeto tenda a ser um momento, e não apenas um objeto feito de partes (link para esse post). A metonímia faz parte desse processo, já que se constitui de uma unidade do projeto (que [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] no seu todo, para que o projeto tenda a ser um momento, e não apenas um objeto feito de partes (link para esse post). A metonímia faz parte desse processo, já que se constitui de uma unidade do projeto (que [...]</p>
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		<title>By: Cláudio Portugal</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-36</link>
		<dc:creator>Cláudio Portugal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 00:43:19 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Eduzão!

Bicho, achei seu texto para lá de genial.  Ele -- quer dizer ele, texto, por meio de você -- é super lúcido e super didático.  E lucidez e didática, Edú, é design!  Sou, a propósito, já que você falou dela, também muito fã da abordagem fenomenológica.  Sua descrição da abordagem fenomenológica é técnica, cúmplice e permeada de swingue.  E swuingue, Edú, digam o que disserem, é design.  Sou também otimista, se é que não estou falseando o sentido de suas palavras, quanto à existência de traços comuns, de padrões universais, da existência de uma realidade objetiva e objetivável.  Nem tudo é subjetivo e &quot;socialmente construído&quot; como nos querem fazer acreditar.  Temoos que assumir uma posição crítica de resistência ante à hegemonia do discurso relativista que inunda (que imunda!) nossa cultura da revista &quot;Caras&quot; à academia.  Parabéns pela argumentação madura, técnica e filosófica.  Meu Deus, como vocês cresceram!  Já estão maiores do que a gente.  Onde é que vocês vão parar?  No mais, vamos continuar o debate.  Não há salvação fora da crítica.  Mais uma vez, parabéns!  E parabéns ao Grande Rafael pela iniciativa campeoníssima também!

Abração muito carinhoso a todos do amigo e, como se tal fora possível, mais admirador do que nunca,

Cláudio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Eduzão!</p>
<p>Bicho, achei seu texto para lá de genial.  Ele &#8212; quer dizer ele, texto, por meio de você &#8212; é super lúcido e super didático.  E lucidez e didática, Edú, é design!  Sou, a propósito, já que você falou dela, também muito fã da abordagem fenomenológica.  Sua descrição da abordagem fenomenológica é técnica, cúmplice e permeada de swingue.  E swuingue, Edú, digam o que disserem, é design.  Sou também otimista, se é que não estou falseando o sentido de suas palavras, quanto à existência de traços comuns, de padrões universais, da existência de uma realidade objetiva e objetivável.  Nem tudo é subjetivo e &#8220;socialmente construído&#8221; como nos querem fazer acreditar.  Temoos que assumir uma posição crítica de resistência ante à hegemonia do discurso relativista que inunda (que imunda!) nossa cultura da revista &#8220;Caras&#8221; à academia.  Parabéns pela argumentação madura, técnica e filosófica.  Meu Deus, como vocês cresceram!  Já estão maiores do que a gente.  Onde é que vocês vão parar?  No mais, vamos continuar o debate.  Não há salvação fora da crítica.  Mais uma vez, parabéns!  E parabéns ao Grande Rafael pela iniciativa campeoníssima também!</p>
<p>Abração muito carinhoso a todos do amigo e, como se tal fora possível, mais admirador do que nunca,</p>
<p>Cláudio</p>
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	<item>
		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-35</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:20:25 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Bia!

É que não podemos necessariamente desvincular esse nome de seu momento. Minimalismo, como já escrevi em outro blog, também padece desse mal. O nome se relaciona a certa movimentação, que faz parte de determinado tempo e traz também qualidades históricas e culturais que as justificavam naquele período.

Realmente, na raíz da palavra, ela não passa de &quot;dar foco à função&quot;, mas por tudo que aconteceu, ela acabou ganhando mais significados que esse.

Também, pensando por outro lado, a simplicidade não pode ser dissociada do funcionalismo... Talvez até ultrapasse este último. Vou pensar um pouco, porque talvez esse possa ser o tema do próximo post...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Bia!</p>
<p>É que não podemos necessariamente desvincular esse nome de seu momento. Minimalismo, como já escrevi em outro blog, também padece desse mal. O nome se relaciona a certa movimentação, que faz parte de determinado tempo e traz também qualidades históricas e culturais que as justificavam naquele período.</p>
<p>Realmente, na raíz da palavra, ela não passa de &#8220;dar foco à função&#8221;, mas por tudo que aconteceu, ela acabou ganhando mais significados que esse.</p>
<p>Também, pensando por outro lado, a simplicidade não pode ser dissociada do funcionalismo&#8230; Talvez até ultrapasse este último. Vou pensar um pouco, porque talvez esse possa ser o tema do próximo post&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Beatriz</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-34</link>
		<dc:creator>Beatriz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 10:25:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=70#comment-34</guid>
		<description>E por que não um discurso favorável ao funcionalismo?
Eis outro termo constantemente confundido e reduzido à superficialidade de aparência de um período histórico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E por que não um discurso favorável ao funcionalismo?<br />
Eis outro termo constantemente confundido e reduzido à superficialidade de aparência de um período histórico.</p>
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	<item>
		<title>By: Rafael Gatti</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/conceituando-a-simplicidade/#comment-33</link>
		<dc:creator>Rafael Gatti</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 22:25:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=70#comment-33</guid>
		<description>Bela estréia Edu!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela estréia Edu!</p>
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