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	<title>Comments on: Design do improviso</title>
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		<title>By: O design e a ética de valores @ Blog Simples</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-76</link>
		<dc:creator>O design e a ética de valores @ Blog Simples</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 15:36:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] após uma pesquisa para um trabalho, e também que me pareceu relevante pelos comentários do post O Design do Improviso. E é justamente o tema da ética, como ela é vista hoje, e como foi vista em outro momento da [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] após uma pesquisa para um trabalho, e também que me pareceu relevante pelos comentários do post O Design do Improviso. E é justamente o tema da ética, como ela é vista hoje, e como foi vista em outro momento da [...]</p>
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		<title>By: Eliseusb</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-75</link>
		<dc:creator>Eliseusb</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 14:34:13 +0000</pubDate>
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		<description>No meu ponto de vista o design do improviso é interessante e tem seu valor quando ele apresenta e retrata experiências anteriores do usuário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No meu ponto de vista o design do improviso é interessante e tem seu valor quando ele apresenta e retrata experiências anteriores do usuário.</p>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-74</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:40:34 +0000</pubDate>
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		<description>Achei interessante isso que falou no final... A industrialização não só se apropria da gambiarra, como ainda &quot;cede&quot; os créditos ao usuário... Bem legal essa conclusão!

Queria levantar aqui, se me permitem, a questão do quão ético seria essa atitude por parte do designer... Que acha sobre isso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei interessante isso que falou no final&#8230; A industrialização não só se apropria da gambiarra, como ainda &#8220;cede&#8221; os créditos ao usuário&#8230; Bem legal essa conclusão!</p>
<p>Queria levantar aqui, se me permitem, a questão do quão ético seria essa atitude por parte do designer&#8230; Que acha sobre isso?</p>
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		<title>By: Danilo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-73</link>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:51:58 +0000</pubDate>
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		<description>Talvez a minha visão tenha sido pragmática demais. O objetivo, tanto da criação popular dita &quot;gambiarra&quot; quanto da produção do desin é de suprir uma necessidade funcional de um processo.

Assim, quando se desenvolve um produto, o mesmo será essencialmente para suprir uma necessidade (ainda que ela seja criada com o próprio produto).

O que acontece, no meu ponto de vista, é que o povo se pauta por 2 motivos para criar esses objetos: um deles é o custo de adquirir um produto industrializado; o segundo é o imediatismo, a necessidade do agora.

Já no design do produto, há muitas outras variáveis a serem consideradas, inclusive aspectos mercadológicos.

Por isso quando digo que os objetivos não são opostos, me refiro à produção em si, independente da inclusão de aspéctos estéticos ou mercadológicos. Inclusive a apropriação do popular pelo design é meramente um fator mercadológico, é produzir o produto mas dizer: &quot;olha, a idéia foi sua&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez a minha visão tenha sido pragmática demais. O objetivo, tanto da criação popular dita &#8220;gambiarra&#8221; quanto da produção do desin é de suprir uma necessidade funcional de um processo.</p>
<p>Assim, quando se desenvolve um produto, o mesmo será essencialmente para suprir uma necessidade (ainda que ela seja criada com o próprio produto).</p>
<p>O que acontece, no meu ponto de vista, é que o povo se pauta por 2 motivos para criar esses objetos: um deles é o custo de adquirir um produto industrializado; o segundo é o imediatismo, a necessidade do agora.</p>
<p>Já no design do produto, há muitas outras variáveis a serem consideradas, inclusive aspectos mercadológicos.</p>
<p>Por isso quando digo que os objetivos não são opostos, me refiro à produção em si, independente da inclusão de aspéctos estéticos ou mercadológicos. Inclusive a apropriação do popular pelo design é meramente um fator mercadológico, é produzir o produto mas dizer: &#8220;olha, a idéia foi sua&#8221;.</p>
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	<item>
		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-72</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:45:33 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Danilo!
Eu num sei se penso a mesma coisa com respeito à seguinte frase:

&quot;(...)creio que os caminhos descritos são opostos apenas na gramática, pois creio que têm o mesmo objetivo principal, ainda que exista interferência mais acentuada do design em um caso do que no outro.&quot;

Não tenho certeza se os objetivos são os mesmos, viu? Pensando no fundamento da ação de ambos, vejo uma diferença diametral: a gambiarra pura é a manifestação mais latente do desejo pelo funcionamento, a ponto de a estética ser deixada de lado. Aqui, a função excede a forma, que possiu importância de terceiro calão.

Já no caso da apropriação da linguagem da gambiarra pelo design industrial (a industrializaçào da gambiarra), o que move o projeto é tornar o projeto estético com um apelo subjetivo focado na gambiarra como design popular. É tentar aproximar o design popular (ou no eufemismo que o Abel Chang quer), o design &quot;vernacular&quot;, à industria, mas de maneira Kitsch, sem um ponto que a justifique. É gratuito, a tal ponto que a gambiarra que se supõe presente alí em nada existe, nem mesmo virtualmente, é puramente ilusória.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Danilo!<br />
Eu num sei se penso a mesma coisa com respeito à seguinte frase:</p>
<p>&#8220;(&#8230;)creio que os caminhos descritos são opostos apenas na gramática, pois creio que têm o mesmo objetivo principal, ainda que exista interferência mais acentuada do design em um caso do que no outro.&#8221;</p>
<p>Não tenho certeza se os objetivos são os mesmos, viu? Pensando no fundamento da ação de ambos, vejo uma diferença diametral: a gambiarra pura é a manifestação mais latente do desejo pelo funcionamento, a ponto de a estética ser deixada de lado. Aqui, a função excede a forma, que possiu importância de terceiro calão.</p>
<p>Já no caso da apropriação da linguagem da gambiarra pelo design industrial (a industrializaçào da gambiarra), o que move o projeto é tornar o projeto estético com um apelo subjetivo focado na gambiarra como design popular. É tentar aproximar o design popular (ou no eufemismo que o Abel Chang quer), o design &#8220;vernacular&#8221;, à industria, mas de maneira Kitsch, sem um ponto que a justifique. É gratuito, a tal ponto que a gambiarra que se supõe presente alí em nada existe, nem mesmo virtualmente, é puramente ilusória.</p>
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	<item>
		<title>By: Abel Chang</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-71</link>
		<dc:creator>Abel Chang</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:05:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=135#comment-71</guid>
		<description>design do improviso? que palavra mais feia... simplesmente não combinam.

que tal chamar de design vernacular?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>design do improviso? que palavra mais feia&#8230; simplesmente não combinam.</p>
<p>que tal chamar de design vernacular?</p>
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	<item>
		<title>By: Danilo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-70</link>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:33:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=135#comment-70</guid>
		<description>Sem dúvida que a observação das soluções propostas por usuários para problemas rotineiros é uma grande fonte de informação para o designer. Isso pode representar o preenchimento de uma lacuna histórica do design brasileiro: o de projetar fora de seu contexto local.

Essa &quot;serialização do improviso&quot; representa bem uma tentativa do design de se aproximar do usuário e de suas necessidades (inclusive financeiras).

Porém, em minha opinião pessoal, creio que os caminhos descritos são opostos apenas na gramática, pois creio que têm o mesmo objetivo principal, ainda que exista interferência mais acentuada do design em um caso do que no outro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida que a observação das soluções propostas por usuários para problemas rotineiros é uma grande fonte de informação para o designer. Isso pode representar o preenchimento de uma lacuna histórica do design brasileiro: o de projetar fora de seu contexto local.</p>
<p>Essa &#8220;serialização do improviso&#8221; representa bem uma tentativa do design de se aproximar do usuário e de suas necessidades (inclusive financeiras).</p>
<p>Porém, em minha opinião pessoal, creio que os caminhos descritos são opostos apenas na gramática, pois creio que têm o mesmo objetivo principal, ainda que exista interferência mais acentuada do design em um caso do que no outro.</p>
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	<item>
		<title>By: Rafael</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-69</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:48:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=135#comment-69</guid>
		<description>Concordo com você Eduardo, parece que é uma tentativa de criar algo &quot;cool&quot;.
Que legal Rachel, fico feliz com isso também!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com você Eduardo, parece que é uma tentativa de criar algo &#8220;cool&#8221;.<br />
Que legal Rachel, fico feliz com isso também!</p>
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	<item>
		<title>By: Rachel</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-68</link>
		<dc:creator>Rachel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 22:56:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=135#comment-68</guid>
		<description>fiquei muito feliz ao ler esse artigo! pois a &quot;ideia&quot; da gambiarra estava na minha cabeça há algum tempo.

Pois é a manifestação objetual da mais pura brasilidade cultural.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fiquei muito feliz ao ler esse artigo! pois a &#8220;ideia&#8221; da gambiarra estava na minha cabeça há algum tempo.</p>
<p>Pois é a manifestação objetual da mais pura brasilidade cultural.</p>
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	<item>
		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.designsimples.com.br/improviso/#comment-67</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 22:08:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.designsimples.com.br/blog/?p=135#comment-67</guid>
		<description>Acho estranho essa tentativa de trazer a gambiarra para a produção em série... é como tentar legitimar um movimento que acontece pela deficiência do design (tanto de projeto quanto de acesso a todos)...

Para mim, o caminho ideal da gambiarra é tornar-se insumo para o projeto definitivo, justamente como o caso do escorredor de arroz. Estudar a gambiarra é algo que ajuda bastante no projeto, e isso apresenta ainda mais um ponto muito importante para o projeto, e tão negligenciado: a observação do usuário...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho estranho essa tentativa de trazer a gambiarra para a produção em série&#8230; é como tentar legitimar um movimento que acontece pela deficiência do design (tanto de projeto quanto de acesso a todos)&#8230;</p>
<p>Para mim, o caminho ideal da gambiarra é tornar-se insumo para o projeto definitivo, justamente como o caso do escorredor de arroz. Estudar a gambiarra é algo que ajuda bastante no projeto, e isso apresenta ainda mais um ponto muito importante para o projeto, e tão negligenciado: a observação do usuário&#8230;</p>
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