.

.
Cadeira Moldura está em exibição no Mercado Mundo Mix!
endereço:
Rua Augusta (esquina da Lorena), 2559 – São Paulo
mundomixonline.virgula.uol.com.br
.
.

.
endereço:
Rua Augusta (esquina da Lorena), 2559 – São Paulo
mundomixonline.virgula.uol.com.br
.

Os Cooperados fizeram sua estréia produzindo Cadeiras Caixa e Cadeiras Moldura. Foi um bom início, conseguiram superar muito bem o desafio. Alguns ajustes finos ainda fazem-se necessários. Com a ajuda dos designers caminham para o momento final do lançamento. (mais imagens no nosso flickr)
.
.
.

COLETIVO VERDE, Estufa de idéias e ações para um mundo melhor, veja mais.
.
.
.
.
.
As novas propostas já estão prontas e podem ser produzidas. Agora será a vez da Cooperativa, eles terão três meses para se adaptarem aos novos projetos e produzirem sua primeira série.
.
.
.
Já está ativo nosso catálogo, com os detalhes de cada produto desenvolvido. Conheça mais cada linha clicando aqui.
.
|
|
.
Objetos de madeira de diferentes tamanhos e formas começavam a ocupar um corredor dentro do laboratório de modelos da fauusp, foi lá que sexta-feira ocorreu a apresentação dos resultados finais obtidos por nossos times de design. Ao todo foram desenvolvidos 12 produtos, cada um assumindo uma estratégia específica, como: produtos de alto valor agregado, produtos pensados para a população local e produtos que buscam alcançar algum grau de inovação. Também conhecemos a proposta de arquitetura para o showroom que será construído na cooperativa para abrigar estes novos produtos. Em breve veremos, aqui neste blog, as fotografias de estúdio de cada produto, acompanhadas dos comentários de seus criadores. Desta forma encerramos a difícil etapa de criação. Apesar do cansaço geral, foi possível sentir o espírito de dever cumprido dentro de cada integrante. Os coordenadores de equipes comentaram assim este momento: Read the rest of this entry »
.
.
Como definido anteriormente, ao final do processo de criação, seriam apresentados desenhos técnicos para os cooperados e a partir deles seriam produzidos os primeiros protótipos das propostas criadas pelas equipes. No entanto as equipes já avançam nos testes em oficina e estão dispostas a executar modelos 1:1 muito próximos do nível de protótipo. Desta forma não faz sentido gerar retrabalho e será muito interessante, para os cooperados, receberem as propostas de produtos fisicamente concretizadas. Fizemos uma troca de semanas e agora nosso cronograma de desenvolvimento terminará da seguinte forma:
.
.
.
Em conversas com a Jordânia descobrimos que a cooperativa recebeu, há meses atrás, técnicos do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) em seu galpão. Seu objetivo é o de ensinar técnicas de marcenaria para os cooperados, melhorando a eficiência e conseqüentemente seus resultados. Este processo ainda está em andamento, é conhecido como PRUMO*. Então notamos que seria uma boa oportunidade para entrar em contato com estes técnicos. Seria muito importante antever as novas possibilidades técnicas que futuramente serão incorporadas ao “know-how” da marcenaria, pois podemos considerá-los em nossos produtos.
Assim, dois de nossos coordenadores de equipes: Ana (produtos locais) e Fábio (valor agregado) conseguiram marcar uma reunião com o Mauro Torres, responsável pela interação entre o IPT e a Unindo Forças. Após uma apresentação do PRUMO, Mauro chegou a comentar sobre os obstáculos que havia identificado na cooperativa, nos apresentou as técnicas que seriam ensinadas e fez uma breve análise de alguns pré-projetos que as equipes estão desenvolvendo. Foi enfatizada a importância de desenvolver modelos de testes, com especial atenção à resistência do material. A madeira do pallet, predominantemente pinus, deixa à desejar em muitos quesitos, especialmente os dimensionais, segundo ele. A cooperativa não possui uma máquina desengrossadeira, extremamente importante para que as peças possam ter a precisão mínima necessária a qualquer produto simples.
Os desafios são muitos, porém o Sr. Mauro Torres se disponibilizou a acompanhar esta etapa final de nosso projeto. Vamos em frente!
*Sobre o PRUMO – Projeto Unidades Móveis: Consiste em um atendimento voltado para o fortalecimento tecnológico das empresas, principalmente as micro e pequenas, criando condições de evolução de processos produtivos, melhoria de qualidade dos produtos e a obtenção de inovações incrementais nas empresas. O atendimento leva às empresas um laboratório móvel, dotado de equipamentos para realização de ensaios e experimentos. As unidades são operadas por uma equipe formada por um engenheiro e um técnico, que vão às fábricas, durante dois dias, para diagnosticar e resolver os principais problemas tecnológicos, em relação às matérias-primas, processos e produtos.
Fonte: Site IPT (http://www.ipt.br/centros_tecnologicos/NT-MPE)
O pessoal dos produtos locais inicia mais esta etapa detalhando as propostas que ficaram faltando na última reunião. Apesar da confusão da semana pré-feriado e do desgaste da equipe, conseguiram não se dispersar e determinar tudo que foi preciso.
O time valor agregado permaneceu no debate das soluções propostas para cada desafio de design. Individualmente, cada integrante preparou novos desenhos que desta vez deveriam equacionar todos os fatores relacionados à produção dos produtos.
Zaitson junto à sua equipe inovação optaram por fazer uma reunião de acompanhamento dupla a dupla. Tamira e Marcos evoluíram bastante e já detalham e dimensionam suas propostas, inclusive realizando projetos executivos. Lari e Zaitson fazem modelos em escala de papelão visando testes estruturais e a dupla Fê Valério e Kinho não pôde estar presente, fica a incerteza.
Assim avançamos mais uma etapa!
.
O grupo produtos locais identifica em seu processo de pesquisa um problema ligado à natureza de sua abordagem: A necessidade de um ponto de venda eficiente, dentro da própria comunidade capaz de atingir o próprio público interno. Assim tomou força a idéia de se projetar um showroom, dentro do próprio espaço da cooperativa, com potencial de apresentar o que está sendo produzido à população local. Kim foi convidado à resolver este problema através da lógica da arquitetura. Após visita ao galpão, considerou muito boas as possibilidades para um ponto de venda no local.
.
.
.
O grupo valor agregado se reúne e decide desenvolver três propostas de produtos. Para isso se dividiram em duas duplas para melhor trabalharem nesta etapa de detalhamento.
Zaitson, líder do grupo inovação, propôs uma atividade de duas etapas, cada uma em um dia. No primeiro momento o objetivo era aplicar um exercício livre para o levantamento de soluções. Houve certa dificuldade em tornar a proposta clara, assim o planejado não ocorreu. No entanto a equipe pôde levantar e discutir algumas idéias. No dia seguinte a missão era avançar no desenvolvimento. A dupla Fê Valério e Kinho segue desenvolvendo dois conceitos paralelamente, já a dupla Lari e Zaitson acabou levantando algumas alternativas formais e concretizando um conceito “exibe/esconde”. Tamira e Marcos, terceira dupla, estão bem adiantados e se aproximam do dimensionamento de seus módulos. A falta de padronização nas matérias-primas e também as limitações técnicas da cooperativa são os principais dificultadores neste momento para essa dupla. Desta forma, trabalhando em duplas semi-autônomas, segue a equipe inovação.
Para o grupo produtos locais, o momento foi de balanço. Após volta ao Vale do Sol para novas entrevistas com moradores, os dados coletados foram processados e analisados. Isto possibilitou uma seleção dos partidos de projeto. Houveram rearranjos, fusões e exclusões de alternativas de produtos. Assim conseguiram chegar a sete conceitos de produtos, dentre os quais alguns já estão sendo encaminhados para o detalhamento final. Segundo a Ana, coordenadora desta equipe, a segunda visita à comunidade foi um grande acerto e fez com que os pontos de vista fossem revistos. A parte mais dura foi ter que descartar idéias consideradas muito boas pela equipe mas que estavam muito distantes do usuário em questão.
.
.
O grupo produtos locais está preparando sua volta ao Vale do Sol. Levarão consigo dez proposições de produtos. Pretendem fazer novas entrevistas e cobrir um maior número de casas. Divididos em dois, tentarão levantar pistas sobre o gosto estético do público local. Neste momento a equipe atinge seu maior nível de desgaste e parece beirar o esgotamento. Será que vão conseguir superar o cansaço e ter energia para mais um dia de pesquisa de campo?
Fábio, que coordena o time valor agregado, avança firme no desenvolvimento. Após a primeira atividade criativa, solicitou aos membros de sua equipe que elaborassem painéis associativos, baseados no que foi produzido naquele primeiro momento. Isso possibilitou que fossem definidos requisitos gerais e também alguns limites para onde se quer chegar. O prazo passa gerar insegurança na equipe. Todos consideram que o tempo é pouco e questionam o número de soluções que deverão apresentar. Infelizmente o prazo final é fixo, um bom projeto é aquele que consegue fazer o máximo, o melhor possível, dentro do tempo que foi disponibilizado.
.
.
De volta da pesquisa de campo em lojas de mobiliário e decoração, agora a equipe valor agregado parece mais esclarecida quanto aos limites que existem dentro do segmento de alta renda. Também trazem consigo uma boa lista de oportunidades de projeto identificadas. Entramos no momento da criação, lápis e papel na mão! O líder Fábio elaborou um exercício de criatividade onde os membros da equipe terão que responder com soluções aos mais variados “problemas-estímulo” num curto espaço de tempo. A pressão toda foi proposital, dessa forma não dá tempo de pensar nos pré-conceitos que temos das coisas. Ao final, todos os desenhos foram analisados e debatidos coletivamente. “Cansativo” e “Esgotante” foram uma das palavras mais usadas nos comentários. Segundo o Fábio, os bons resultados dessa atividade foram garantidos pela dedicação e o empenho da equipe nesse momento.
A equipe inovação iniciou mais uma etapa com a missão de concluir a análise dos problemas levantados anteriormente e fazer uma apresentação de “referências laterais” (que se relacionam de forma indireta com a problemática). O processo foi bastante positivo e até houve consenso: foi decidido que os produtos deverão promover a maior liberdade de uso possível além de ter a vantagem da modularidade entre si. Por fim, agora todas as duplas têm objetivos bem claros e definidos. O próximo passo será aprofundar em pesquisas mais específicas à cada dupla e ao mesmo tempo esboçar algumas propostas.
O pessoal dos produtos locais adotou a estratégia de cobrir esta etapa em dois dias. No primeiro momento, alternativas “rascunhadas” individualmente foram apresentadas ao grupo e acabaram se complementando. Este foi um belo momento. A equipe realmente se empenhou em fazer uma criação conjunta. “Isso me agrada, tive certo receio de que a coisa virasse uma luta de egos” disse a Ana, líder do time. Os paradigmas abordados neste dia foram: soluções para o local de refeição, suporte para eletro-eletrônicos, armazenamento de roupas e soluções para se sentar. A segunda parte desta etapa ocorreu no dia seguinte. Desta vez foram debatidas as alternativas geradas para: soluções de lavanderia, soluções para estudos, utilização das paredes e uma “solução curinga” (objeto pequeno, capaz de ser usado em diversos ambientes cumprindo diferentes funções). Ao final desta etapa decidiu-se reduzir para duas horas as reuniões. A sensação geral é de bastante cansaço. Por que será?
Tudo o que está muito na cara acaba nos distraindo das alternativas que existem no entorno. Estas, uma vez encontradas, tornam-se o novo óbvio.
Determinados em estabelecer pré-requisitos para todas as nove oportunidades de produtos identificadas, encontrando requisitos compartilhados e iniciando a geração de alternativas projetuais, o grupo produtos locais inicia mais um dia de atividades. Sentindo os reflexos da pesquisa insuficiente da reunião passada, não conseguiram cumprir essa etapa conforme o planejado. Desta forma o grupo se dispôs a seguir um caminho alternativo: estabeleceram os pré-requisitos e uma pesquisa mais aprofundada foi solicitada para o encontro seguinte. Além disso, também foi pedido rascunhos de partidos projetuais. Vamos aguardar para ver!
Já a equipe inovação teve suas atividades pautadas na exploração dos problemas levantados no encontro anterior. Procuraram entender suas causas e imaginar situações análogas até sua saturação. Somente metade da equipe pode participar desta etapa, desta forma o processo não foi aplicado em todas as duplas. O segundo objetivo do dia, levantar alternativas de solução, não pôde ser concluído e teve que ser adiado para a próxima reunião.
Etapa extremamente complexa, ao mesmo tempo em que deve ser ampla e abrangente também deve possuir um direcionamento para que não se torne desconexa. Como será que nossas equipes resolveram esta questão?
Zaitson, da equipe inovação, optou por montar um painel com os mais diversos problemas do dia-a-dia de natureza utilitária. Pediu para que os próprios integrantes de seu grupo identificassem esses problemas em seu cotidiano. Ao final, foi feita uma hierarquização e uma seleção dos mais importantes. Finalmente a equipe inovação parecia estar tomando velocidade, desta vez o planejado estava sendo todo coberto. Porém… Dúvidas em uma das equipes, por não ter compreendido muito bem seu tema, a impediu de participar desta etapa de forma mais envolvida.
Já a Ana, do grupo produtos locais, solicitou ao seu time uma pesquisa individual. Assim reuniriam uma boa quantidade de informações que subsidiariam o momento de geração de alternativas. No entanto ocorreu um imprevisto: A pesquisa ficou muito restrita às soluções já existentes no campo do mobiliário atual. Não foi possível construir um repertório múltiplo e inovador. E agora?
Como será que nossas equipes atravessaram este momento tão crucial?
A estratégia utilizada pelo grupo valor agregado foi a de usar painéis semânticos. Cada um fez uma montagem de imagens que consideravam relevantes na abordagem do público classe A. Este exercício apontou a necessidade de um esclarecimento maior dos limites que existem dentro do próprio segmento de alta renda. Estas lacunas conceituais começaram a impedir o bom fluxo do desenvolvimento. Portanto decidiu-se fazer uma nova pesquisa de campo, desta vez em lojas de mobiliário e decoração de públicos diferentes dentro do próprio segmento de maior renda.
O grupo produtos locais não desaponta neste primeiro momento do projeto. Inicia a semana com nove oportunidades de produtos que foram identificadas nas casas dos moradores do Vale do Sol. Essa boa expansão certamente elevará a probabilidade de acerto. Ana destaca o comprometimento de sua equipe como essencial para esse resultado. Após três densas horas de discussões, todos se mantinham tão dedicados quanto no início.
Já a equipe inovação não teve um início tão preciso. O grupo passou a se afastar do direcionamento inicial em desenvolver produtos realmente inovadores e que quebrassem paradigmas. Provavelmente ainda um reflexo do impacto da visita do sábado. Zaitson, o capitão do grupo, apresentou ao seu time algum material com exemplos de casos parecidos que deram certo e tentou reafirmar a necessidade do espírito da inovação. Essa equipe sofreu com a ausência de uma dupla nesta reunião, o que fatalmente vai gerar retrabalho no próximo encontro. Será que o pessoal da inovação vai conseguir superar esses conflitos e voltar para o caminho da inovação?

Com todas as equipes presentes, em cinco carros deixamos a cidade de São Paulo na manhã de sábado com destino ao Vale do Sol em Barueri. Ao chegar lá fomos recebidos pela brava Jordânia, presidenta da Unindo Forças. Ela nos falou muito de sua história pessoal e também da cooperativa. Neste momento ficamos sabendo dos desafios que os cooperados já superaram e da luta para vencer os novos. Tivemos a oportunidade de conhecer as características do pallet de forma mais detalhada, como essa madeira é processada e toda a estrutura de máquinas e ferrmental que eles dispõem naquele galpão. Também tivemos a presença da, sempre carismática, Daniela Nicolini, representando a Fundação Alphaville que há muito tempo contribui para o desenvolvimento desta cooperativa.
Após conhecerem a marcenaria, o grupo com foco no valor agregado aproveitou a tarde para avançar um pouco mais. Por convite da Daniela, saíram de Barueri e foram até o bairro de Pinheiros, em São Paulo, visitar o “Ateliê do Bem”. Lá existe um espaço onde alguns produtos da cooperativa são vendidos. Foi uma boa oportunidade de observar o ponto de venda e entender melhor como estes produtos se posicionam para o mercado. Cansados, depois de verem tantas coisas de uma só vez, pararam um pouco para recuperar o fôlego. Já estava prevista uma reunião pós-visita, neste mesmo dia, onde além de debaterem o que foi observado nas diligências, discutiram também referências pessoais através de algumas imagens que cada um selecionou.
Já o grupo coordenado pelo Zaitson, com ênfase em inovação, aproveitou o momento de reunião de sua equipe, na saída da cooperativa, para sentar e refletir sobre o que haviam visto. Conseguiram levantar pré-requisitos para o que deveriam desenvolver e resolveram se subdividir em duplas. Ao todo vão ser três duplas, cada uma trabalhando sobre um tema específico: sentar, armazenar e apoiar. Manter o “espírito inovador” após conhecerem as limitações produtivas da marcenaria foi difícil. No entanto, estabelecer já cedo uma lista de pré-requisitos que levem em consideração as condições de material, produção e distribuição foi um grande acerto.

Enquanto os grupos do Fábio e do Zaitson já estavam de volta a São Paulo, o grupo da Ana, aquele com foco nos produtos locais, continuou no Vale do Sol. Após conhecerem a Unindo Forças continuaram no bairro para observar as residências e seus moradores. Com o acompanhamento de algumas cooperadas, visitaram a casa de oito famílias. Entre fotos e filmagens, foram documentando todas as necessidades deste público. Já haviam preparado alguns testes e questionários que foram aplicados à exaustão. Mesmo assim o sentimento geral deste grupo foi de que ainda seriam necessárias mais horas de pesquisa e a dúvida que ficou foi: Será que a realidade das famílias entrevistadas corresponde à maioria dos habitantes da região?
Por fim, desta forma ocorreu nossa primeira etapa de trabalho. Apesar do impacto deste primeiro contato, as equipes fizeram uma boa largada. Foram se adaptando e antevendo obstáculos, resta saber se este ânimo e esta coragem toda irá acompanhá-los até o final.
.
.
Álbum “Conhecendo a Unindo Forças”
|
|

missão: Fábio é o capitão deste time que estará empenhado em desenvolver produtos que possam ser comercializados em shoppings ou lojas de decoração de alto padrão, onde o alto valor agregado compense a baixa capacidade de produção.
Álbum da equipe Valor Agregado no Flickr
|
|

missão: Aqui o design será levado às últimas conseqüências. Através de muita pesquisa e experimentação esta equipe buscará alcançar soluções que quebrem paradigmas. Esta inovação pode acontecer tanto pela forma de resolver um problema quanto do ponto de vista formal ou de uso. Zaitson é o responsável pela equipe.
Álbum da equipe Inovação no Flickr
|
|

missão: Tendo em vista a atual urbanização do bairro em que a cooperativa está inserida, e a construção de prédios e casas populares pela prefeitura na região, este grupo coordenado pela Ana objetiva o desenvolvimento de projetos para as necessidades destas famílias em suas novas habitações, criando assim, possibilidades de comércio local auto-sustentável.
Álbum da equipe Produtos Locais no Flickr
|
|
Neste breve vídeo apresentamos a Jordânia, presidenta da cooperativa Unindo Forças, através dela conhecemos os cooperados do Vale do Sol. Veja as fotos do nosso encontro com os cooperados.
Álbum “Conhecendo a Unindo Forças”
|
|
.
.
Saudações,
Meu nome é Rafael Gatti, sou idealizador do Design Simples, um laboratório experimental de design focado em inovação. Gostaria de apresentar a você o projeto REVALE. Trata-se de uma parceria entre a equipe Design Simples e a cooperativa de marcenaria Unindo Forças.
Criamos o projeto REVALE após visita à cooperativa de marcenaria, localizada no Vale do Sol. Lá encontramos um grupo de cooperadas, em sua maioria já com bastante idade, porém com bastante coragem também.
Ocupando um galpão cedido pela prefeitura da cidade, recebem doações de pallets que não tem mais condições de uso. Desmontam e reprocessam a madeira. Assim obtêm matéria-prima para seus produtos.
Lá conhecemos a dona Jordânia Pereira da Silva, uma baiana valente que iniciou a cooperativa na qual hoje é presidenta. Antes de ser cooperada trabalhava como lavadeira. Descobriu o que eram pallets quando tinha todas suas roupas cobertas de cinzas enquando ficavam no varal e dessa forma perdia sua clientela. Inconformada, com razão, com o destino que era dado àquelas madeiras, resolveu levá-las para casa e transformá-las em coisas úteis. Começou sozinha, montando um pequeno portão, e hoje, com muito mais pessoas envolvidas, produz bancos, cadeiras e mesas por meio de uma cooperativa. Neste meio tempo receberam máquinas da Fundação Alphaville e até treinamento do Senai. Apesar de equipadas e treinadas, a renda gerada ainda é pouca. Mesmo nos meses de “vacas gordas”, não é possível sequer atingir um salário mínimo. Esta é a principal dificuldade em atrair novos cooperados assim como manter os atuais motivados.
Ainda existe uma barreira a ser superada. Eles precisam de novos produtos. Mais do que novos, devem ser melhores. Deverão ser capazes de ter aceitação do público. Somente assim ocuparão um lugar digno do esforço destas pessoas e poderão devolver uma remuneração mais justa aos que lá trabalham.
Este é o desafio do Design Simples. Mobilizamos mais de 20 voluntários, dentre os quais 15 são estudantes de design. Divididos em três equipes, terão três meses para percorrer todo o percurso que vai da pesquisa ao desenvolvimento de novos produtos. Nossa missão será criar novas propostas a partir da matéria-prima e dos processos já existentes na cooperativa.
Trabalharemos para o sucesso deste projeto. A vitória da Unindo Forças será exemplo não só de sustentabilidade, seja ela ambiental ou social, mas também do poder que cada indivíduo tem para modificar a realidade que o cerca. Talvez esta seja a missão de pessoas como a Jordânia, que através de seu exemplo inspirem tantas outras assim como conseguiu inspirar nossa equipe.
Faço um convite para que conheça o blog que preparamos especialmente para divulgar o andamento do projeto. Através de fotos, textos e vídeos será possível acompanhar todo o caminho percorrido pelos 15 designers até o resultado final. Caso acredite no nosso trabalho, peço ajuda na comunicação deste projeto, precisamos difundir essa idéia para o maior número de pessoas. Não deixe de entrar em contato!
Sejam bem-vindos,
Equipe Revale – Design Simples