11
mar
qui
2010

Showroom para a cooperativa

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Kim nos apresenta sua proposta para a viabilização de um espaço que funcione como mostruário dos produtos na parte externa do galpão da marcenaria.

Veja o álbum completo

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5
mar
sex
2010

Dia de apresentação

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É chegado o momento de conhecer as propostas de design geradas e descobrir como nossas equipes transformaram pallets velhos em produtos novos.

Objetos de madeira de diferentes tamanhos e formas começavam a ocupar um corredor dentro do laboratório de modelos da fauusp, foi lá que sexta-feira ocorreu a apresentação dos resultados finais obtidos por nossos times de design. Ao todo foram desenvolvidos 12 produtos, cada um assumindo uma estratégia específica, como: produtos de alto valor agregado, produtos pensados para a população local e produtos que buscam alcançar algum grau de inovação. Também conhecemos a proposta de arquitetura para o showroom que será construído na cooperativa para abrigar estes novos produtos. Em breve veremos, aqui neste blog, as fotografias de estúdio de cada produto, acompanhadas dos comentários de seus criadores. Desta forma encerramos a difícil etapa de criação. Apesar do cansaço geral, foi possível sentir o espírito de dever cumprido dentro de cada integrante. Os coordenadores de equipes comentaram assim este momento: Read the rest of this entry »

3
mar
qua
2010

Retrospectiva

26
fev
sex
2010

Momentos finais na oficina

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Faltando uma semana para a apresentação final das propostas de design das equipes, Zaitson da equipe inovação e Fábio da valor agregado comentam como está sendo o trabalho na oficina e a execução dos protótipos.

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11
fev
qui
2010

Mudanças no cronograma

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A partir do momento que as equipes começam a fazer testes com a madeira na oficina, sentem a necessidade de construir modelos mais próximos possível do nível de protótipo. Assim invertemos um pouco o planejado.

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Como definido anteriormente, ao final do processo de criação, seriam apresentados desenhos técnicos para os cooperados e a partir deles seriam produzidos os primeiros protótipos das propostas criadas pelas equipes. No entanto as equipes já avançam nos testes em oficina e estão dispostas a executar modelos 1:1 muito próximos do nível de protótipo. Desta forma não faz sentido gerar retrabalho e será muito interessante, para os cooperados, receberem as propostas de produtos fisicamente concretizadas. Fizemos uma troca de semanas e agora nosso cronograma de desenvolvimento terminará da seguinte forma:

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20/02 (Sab): Retorno à cooperativa para retirada de material

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27/02 (Sab): Último retorno à cooperativa para testes

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05/03 (Sex): Apresentação final, com suporte de modelos 1:1

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— CONCLUSÃO DA ETAPA DE DESENVOLVIMENTO —

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11
fev
qui
2010

Visitando o IPT

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Mauro Torres, responsável pelo projeto PRUMO-IPT para marcenarias, recebe nossos coordenadores de equipes e comenta sobre possibilidades e desafios.

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Em conversas com a Jordânia descobrimos que a cooperativa recebeu, há meses atrás, técnicos do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) em seu galpão. Seu objetivo é o de ensinar técnicas de marcenaria para os cooperados, melhorando a eficiência e conseqüentemente seus resultados. Este processo ainda está em andamento, é conhecido como PRUMO*. Então notamos que seria uma boa oportunidade para entrar em contato com estes técnicos. Seria muito importante antever as novas possibilidades técnicas que futuramente serão incorporadas ao “know-how” da marcenaria, pois podemos considerá-los em nossos produtos.

Assim, dois de nossos coordenadores de equipes: Ana (produtos locais) e Fábio (valor agregado) conseguiram marcar uma reunião com o Mauro Torres, responsável pela interação entre o IPT e a Unindo Forças. Após uma apresentação do PRUMO, Mauro chegou a comentar sobre os obstáculos que havia identificado na cooperativa, nos apresentou as técnicas que seriam ensinadas e fez uma breve análise de alguns pré-projetos que as equipes estão desenvolvendo. Foi enfatizada a importância de desenvolver modelos de testes, com especial atenção à resistência do material. A madeira do pallet, predominantemente pinus, deixa à desejar em muitos quesitos, especialmente os dimensionais, segundo ele. A cooperativa não possui uma máquina desengrossadeira, extremamente importante para que as peças possam ter a precisão mínima necessária a qualquer produto simples.

Os desafios são muitos, porém o Sr. Mauro Torres se disponibilizou a acompanhar esta etapa final de nosso projeto. Vamos em frente!

*Sobre o PRUMO – Projeto Unidades Móveis: Consiste em um atendimento voltado para o fortalecimento tecnológico das empresas, principalmente as micro e pequenas, criando condições de evolução de processos produtivos, melhoria de qualidade dos produtos e a obtenção de inovações incrementais nas empresas. O atendimento leva às empresas um laboratório móvel, dotado de equipamentos para realização de ensaios e experimentos. As unidades são operadas por uma equipe formada por um engenheiro e um técnico, que vão às fábricas, durante dois dias, para diagnosticar e resolver os principais problemas tecnológicos, em relação às matérias-primas, processos e produtos.

Fonte: Site IPT (http://www.ipt.br/centros_tecnologicos/NT-MPE)

8
fev
seg
2010

Semana pré-carnaval

O pessoal dos produtos locais inicia mais esta etapa detalhando as propostas que ficaram faltando na última reunião. Apesar da confusão da semana pré-feriado e do desgaste da equipe, conseguiram não se dispersar e determinar tudo que foi preciso.

O time valor agregado permaneceu no debate das soluções propostas para cada desafio de design. Individualmente, cada integrante preparou novos desenhos que desta vez deveriam equacionar todos os fatores relacionados à produção dos produtos.

Zaitson junto à sua equipe inovação optaram por fazer uma reunião de acompanhamento dupla a dupla. Tamira e Marcos evoluíram bastante e já detalham e dimensionam suas propostas, inclusive realizando projetos executivos. Lari e Zaitson fazem modelos em escala de papelão visando testes estruturais e a dupla Fê Valério e Kinho não pôde estar presente, fica a incerteza.

Assim avançamos mais uma etapa!

6
fev
sáb
2010

Um showroom para a cooperativa

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Kim junta-se ao projeto revale para propor uma solução de arquitetura capaz de melhorar o atual mostruário de produtos. A idéia é transformá-lo em um verdadeiro ponto de venda.

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O grupo produtos locais identifica em seu processo de pesquisa um problema ligado à natureza de sua abordagem: A necessidade de um ponto de venda eficiente, dentro da própria comunidade capaz de atingir o próprio público interno. Assim tomou força a idéia de se projetar um showroom, dentro do próprio espaço da cooperativa, com potencial de apresentar o que está sendo produzido à população local. Kim foi convidado à resolver este problema através da lógica da arquitetura. Após visita ao galpão, considerou muito boas as possibilidades para um ponto de venda no local.

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5
fev
sex
2010

Identidade visual REVALE

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Gabriel Garbulho, autor da identidade visual deste projeto, comenta sobre o processo que deu origem ao nome revale e à criação da marca. Junto com o Eduardo Ferreira, o Dúu da equipe valor agregado, compõe a Mínimo Design, nossa colaboradora no design gráfico e web.

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3
fev
qua
2010

A caminho da definição

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É chegada a hora da tomada de decisão. Assim nossas equipes cruzam mais esta etapa, cada uma ao seu modo.

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O grupo valor agregado se reúne e decide desenvolver três propostas de produtos. Para isso se dividiram em duas duplas para melhor trabalharem nesta etapa de detalhamento.

Zaitson, líder do grupo inovação, propôs uma atividade de duas etapas, cada uma em um dia. No primeiro momento o objetivo era aplicar um exercício livre para o levantamento de soluções. Houve certa dificuldade em tornar a proposta clara, assim o planejado não ocorreu. No entanto a equipe pôde levantar e discutir algumas idéias. No dia seguinte a missão era avançar no desenvolvimento. A dupla Fê Valério e Kinho segue desenvolvendo dois conceitos paralelamente, já a dupla Lari e Zaitson acabou levantando algumas alternativas formais e concretizando um conceito “exibe/esconde”. Tamira e Marcos, terceira dupla, estão bem adiantados e se aproximam do dimensionamento de seus módulos. A falta de padronização nas matérias-primas e também as limitações técnicas da cooperativa são os principais dificultadores neste momento para essa dupla. Desta forma, trabalhando em duplas semi-autônomas, segue a equipe inovação.

Para o grupo produtos locais, o momento foi de balanço. Após volta ao Vale do Sol para novas entrevistas com moradores, os dados coletados foram processados e analisados. Isto possibilitou uma seleção dos partidos de projeto. Houveram rearranjos, fusões e exclusões de alternativas de produtos. Assim conseguiram chegar a sete conceitos de produtos, dentre os quais alguns já estão sendo encaminhados para o detalhamento final. Segundo a Ana, coordenadora desta equipe, a segunda visita à comunidade foi um grande acerto e fez com que os pontos de vista fossem revistos. A parte mais dura foi ter que descartar idéias consideradas muito boas pela equipe mas que estavam muito distantes do usuário em questão.

2
fev
ter
2010

Re-visita

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Equipe produtos locais retorna ao Vale do Sol para novas entrevistas de verificação para suas propostas de produtos

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1
fev
seg
2010

Siga-nos no twitter

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Uma boa maneira de ser informado das atualizaçõe do blog!

twitter.com/revale

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30
jan
sáb
2010

Contornando as incertezas

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Conforme as idéias começam a tomar forma, surgem as dúvidas em relação aos caminhos que estão se concretizando. Daí a necessidade de colocá-los à prova. É neste momento também que os prazos começam a dar aquele frio na barriga.

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O grupo produtos locais está preparando sua volta ao Vale do Sol. Levarão consigo dez proposições de produtos. Pretendem fazer novas entrevistas e cobrir um maior número de casas. Divididos em dois, tentarão levantar pistas sobre o gosto estético do público local. Neste momento a equipe atinge seu maior nível de desgaste e parece beirar o esgotamento. Será que vão conseguir superar o cansaço e ter energia para mais um dia de pesquisa de campo?

Fábio, que coordena o time valor agregado, avança firme no desenvolvimento. Após a primeira atividade criativa, solicitou aos membros de sua equipe que elaborassem painéis associativos, baseados no que foi produzido naquele primeiro momento. Isso possibilitou que fossem definidos requisitos gerais e também alguns limites para onde se quer chegar. O prazo passa gerar insegurança na equipe. Todos consideram que o tempo é pouco e questionam o número de soluções que deverão apresentar. Infelizmente o prazo final é fixo, um bom projeto é aquele que consegue fazer o máximo, o melhor possível, dentro do tempo que foi disponibilizado.

27
jan
qua
2010

Consolidação de idéias

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Transição entre pesquisa e desenvolvimento, este é o momento de cruzar as informações e encontrar o sentido. Além do esforço, as vezes também é preciso bastante paciência.

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De volta da pesquisa de campo em lojas de mobiliário e decoração, agora a equipe valor agregado parece mais esclarecida quanto aos limites que existem dentro do segmento de alta renda. Também trazem consigo uma boa lista de oportunidades de projeto identificadas. Entramos no momento da criação, lápis e papel na mão! O líder Fábio elaborou um exercício de criatividade onde os membros da equipe terão que responder com soluções aos mais variados “problemas-estímulo” num curto espaço de tempo. A pressão toda foi proposital, dessa forma não dá tempo de pensar nos pré-conceitos que temos das coisas. Ao final, todos os desenhos foram analisados e debatidos coletivamente. “Cansativo” e “Esgotante” foram uma das palavras mais usadas nos comentários. Segundo o Fábio, os bons resultados dessa atividade foram garantidos pela dedicação e o empenho da equipe nesse momento.

A equipe inovação iniciou mais uma etapa com a missão de concluir a análise dos problemas levantados anteriormente e fazer uma apresentação de “referências laterais” (que se relacionam de forma indireta com a problemática). O processo foi bastante positivo e até houve consenso: foi decidido que os produtos deverão promover a maior liberdade de uso possível além de ter a vantagem da modularidade entre si. Por fim, agora todas as duplas têm objetivos bem claros e definidos. O próximo passo será aprofundar em pesquisas mais específicas à cada dupla e ao mesmo tempo esboçar algumas propostas.

O pessoal dos produtos locais adotou a estratégia de cobrir esta etapa em dois dias. No primeiro momento, alternativas “rascunhadas” individualmente foram apresentadas ao grupo e acabaram se complementando. Este foi um belo momento. A equipe realmente se empenhou em fazer uma criação conjunta. “Isso me agrada, tive certo receio de que a coisa virasse uma luta de egos” disse a Ana, líder do time. Os paradigmas abordados neste dia foram: soluções para o local de refeição, suporte para eletro-eletrônicos, armazenamento de roupas e soluções para se sentar. A segunda parte desta etapa ocorreu no dia seguinte. Desta vez foram debatidas as alternativas geradas para: soluções de lavanderia, soluções para estudos, utilização das paredes e uma “solução curinga” (objeto pequeno, capaz de ser usado em diversos ambientes cumprindo diferentes funções). Ao final desta etapa decidiu-se reduzir para duas horas as reuniões. A sensação geral é de bastante cansaço. Por que será?

20
jan
qua
2010

Como sair do óbvio?

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Sair do óbvio é o sonho de todo designer. Esta tarefa não seria tão difícil se o óbvio não fosse tão óbvio.

Tudo o que está muito na cara acaba nos distraindo das alternativas que existem no entorno. Estas, uma vez encontradas, tornam-se o novo óbvio.

Determinados em estabelecer pré-requisitos para todas as nove oportunidades de produtos identificadas, encontrando requisitos compartilhados e iniciando a geração de alternativas projetuais, o grupo produtos locais inicia mais um dia de atividades. Sentindo os reflexos da pesquisa insuficiente da reunião passada, não conseguiram cumprir essa etapa conforme o planejado. Desta forma o grupo se dispôs a seguir um caminho alternativo: estabeleceram os pré-requisitos e uma pesquisa mais aprofundada foi solicitada para o encontro seguinte. Além disso, também foi pedido rascunhos de partidos projetuais. Vamos aguardar para ver!

Já a equipe inovação teve suas atividades pautadas na exploração dos problemas levantados no encontro anterior. Procuraram entender suas causas e imaginar situações análogas até sua saturação. Somente metade da equipe pode participar desta etapa, desta forma o processo não foi aplicado em todas as duplas. O segundo objetivo do dia, levantar alternativas de solução, não pôde ser concluído e teve que ser adiado para a próxima reunião.

19
jan
ter
2010

Acertando na pesquisa

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Apesar dos diferentes pontos de vista que existem sobre metodologia no design, todos concordam em um ponto: a importância da pesquisa.

Etapa extremamente complexa, ao mesmo tempo em que deve ser ampla e abrangente também deve possuir um direcionamento para que não se torne desconexa. Como será que nossas equipes resolveram esta questão?

Zaitson, da equipe inovação, optou por montar um painel com os mais diversos problemas do dia-a-dia de natureza utilitária. Pediu para que os próprios integrantes de seu grupo identificassem esses problemas em seu cotidiano. Ao final, foi feita uma hierarquização e uma seleção dos mais importantes. Finalmente a equipe inovação parecia estar tomando velocidade, desta vez o planejado estava sendo todo coberto. Porém… Dúvidas em uma das equipes, por não ter compreendido muito bem seu tema, a impediu de participar desta etapa de forma mais envolvida.

Já a Ana, do grupo produtos locais, solicitou ao seu time uma pesquisa individual. Assim reuniriam uma boa quantidade de informações que subsidiariam o momento de geração de alternativas. No entanto ocorreu um imprevisto: A pesquisa ficou muito restrita às soluções já existentes no campo do mobiliário atual. Não foi possível construir um repertório múltiplo e inovador. E agora?

13
jan
qua
2010

Primeiros passos

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Toda jornada começa com um primeiro passo, e este sempre é o mais difícil. Num processo de design, onde todas as etapas são complexas, este início pode ser decisivo.

Como será que nossas equipes atravessaram este momento tão crucial?

A estratégia utilizada pelo grupo valor agregado foi a de usar painéis semânticos. Cada um fez uma montagem de imagens que consideravam relevantes na abordagem do público classe A. Este exercício apontou a necessidade de um esclarecimento maior dos limites que existem dentro do próprio segmento de alta renda. Estas lacunas conceituais começaram a impedir o bom fluxo do desenvolvimento. Portanto decidiu-se fazer uma nova pesquisa de campo, desta vez em lojas de mobiliário e decoração de públicos diferentes dentro do próprio segmento de maior renda.

O grupo produtos locais não desaponta neste primeiro momento do projeto. Inicia a semana com nove oportunidades de produtos que foram identificadas nas casas dos moradores do Vale do Sol. Essa boa expansão certamente elevará a probabilidade de acerto. Ana destaca o comprometimento de sua equipe como essencial para esse resultado. Após três densas horas de discussões, todos se mantinham tão dedicados quanto no início.

Já a equipe inovação não teve um início tão preciso. O grupo passou a se afastar do direcionamento inicial em desenvolver produtos realmente inovadores e que quebrassem paradigmas. Provavelmente ainda um reflexo do impacto da visita do sábado. Zaitson, o capitão do grupo, apresentou ao seu time algum material com exemplos de casos parecidos que deram certo e tentou reafirmar a necessidade do espírito da inovação. Essa equipe sofreu com a ausência de uma dupla nesta reunião, o que fatalmente vai gerar retrabalho no próximo encontro. Será que o pessoal da inovação vai conseguir superar esses conflitos e voltar para o caminho da inovação?

9
jan
sáb
2010

É dada a largada!

pesquisa na cooperativa

Equipes montadas, abordagens definidas. Assim, marcamos a primeira visita com caráter de pesquisa na Unindo Forças.

Com todas as equipes presentes, em cinco carros deixamos a cidade de São Paulo na manhã de sábado com destino ao Vale do Sol em Barueri. Ao chegar lá fomos recebidos pela brava Jordânia, presidenta da Unindo Forças. Ela nos falou muito de sua história pessoal e também da cooperativa. Neste momento ficamos sabendo dos desafios que os cooperados já superaram e da luta para vencer os novos. Tivemos a oportunidade de conhecer as características do pallet de forma mais detalhada, como essa madeira é processada e toda a estrutura de máquinas e ferrmental que eles dispõem naquele galpão. Também tivemos a presença da, sempre carismática, Daniela Nicolini, representando a Fundação Alphaville que há muito tempo contribui para o desenvolvimento desta cooperativa.

Após conhecerem a marcenaria, o grupo com foco no valor agregado aproveitou a tarde para avançar um pouco mais. Por convite da Daniela, saíram de Barueri e foram até o bairro de Pinheiros, em São Paulo, visitar o “Ateliê do Bem”.  Lá existe um espaço onde alguns produtos da cooperativa são vendidos. Foi uma boa oportunidade de observar o ponto de venda e entender melhor como estes produtos se posicionam para o mercado. Cansados, depois de verem tantas coisas de uma só vez, pararam um pouco para recuperar o fôlego. Já estava prevista uma reunião pós-visita, neste mesmo dia, onde além de debaterem o que foi observado nas diligências, discutiram também referências pessoais através de algumas imagens que cada um selecionou.

Já o grupo coordenado pelo Zaitson, com ênfase em inovação, aproveitou o momento de reunião de sua equipe, na saída da cooperativa, para sentar e refletir sobre o que haviam visto. Conseguiram levantar pré-requisitos para o que deveriam desenvolver e resolveram se subdividir em duplas. Ao todo vão ser três duplas, cada uma trabalhando sobre um tema específico: sentar, armazenar e apoiar. Manter o “espírito inovador” após conhecerem as limitações produtivas da marcenaria foi difícil. No entanto, estabelecer já cedo uma lista de pré-requisitos que levem em consideração as condições de material, produção e distribuição foi um grande acerto.

Enquanto os grupos do Fábio e do Zaitson já estavam de volta a São Paulo, o grupo da Ana, aquele com foco nos produtos locais, continuou no Vale do Sol. Após conhecerem a Unindo Forças continuaram no bairro para observar as residências e seus moradores. Com o acompanhamento de algumas cooperadas, visitaram a casa de oito famílias. Entre fotos e filmagens, foram documentando todas as necessidades deste público. Já haviam preparado alguns testes e questionários que foram aplicados à exaustão. Mesmo assim o sentimento geral deste grupo foi de que ainda seriam necessárias mais horas de pesquisa e a dúvida que ficou foi: Será que a realidade das famílias entrevistadas corresponde à maioria dos habitantes da região?

Por fim, desta forma ocorreu nossa primeira etapa de trabalho. Apesar do impacto deste primeiro contato, as equipes fizeram uma boa largada. Foram se adaptando e antevendo obstáculos, resta saber se este ânimo e esta coragem toda irá acompanhá-los até o final.

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Álbum “Conhecendo a Unindo Forças”

8
jan
sex
2010

Equipe Valor Agregado

equipe valor agregado

Amanda, Belle, Dúu, Fábio e Kimura.

missão: Fábio é o capitão deste time que estará empenhado em desenvolver produtos que possam ser comercializados em shoppings ou lojas de decoração de alto padrão, onde o alto valor agregado compense a baixa capacidade de produção.

Álbum da equipe Valor Agregado no Flickr

8
jan
sex
2010

Equipe Inovação

equipe inovação

Fê Valério, Kinho, Lari, Marcos, Tamira e Zaitson

missão: Aqui o design será levado às últimas conseqüências. Através de muita pesquisa e experimentação esta equipe buscará alcançar soluções que quebrem paradigmas. Esta inovação pode acontecer tanto pela forma de resolver um problema quanto do ponto de vista formal ou de uso. Zaitson é o responsável pela equipe.

Álbum da equipe Inovação no Flickr